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O café e o licor


O hábito de se encerrar uma refeição com café e licores é um dos padrões que a hotelaria espalhou por todo o mundo. Mas a convivência entre as duas bebidas é mais íntima do que se imagina.

O grão de café integra alguns rituais que encantam os amantes dos licores. Um deles é da degustação da Sambuca, que se flamba, já no copo, com o grão – conhecido como “mosca”. Outro licor em que o grão de café se manifesta é o francês “44”. Produzido no Vale do Loire, é uma infusão de laranjas, açúcar, baunilha e, para batizar a marca, 44 grãos de café.

Mas há também os licores mais famosos, em que o café é ingrediente principal. O Tia Maria, tradicional em todas as seleções de bares e restaurantes, é produzido com grãos da região de Blue Mountain, na Jamaica. Outra marca é o Kahlua, mais recente, mas igualmente badalado, curtido a partir de grãos mexicanos.

Na área das bebidas mais quentes, o café cortado é uma instituição portuguesa, em que, a xícara já posta na mesa é batizada com um lance da aguardente local de uvas, a bagaceira. Seu equivalente italiano é o caffè corretto, em que a bagaceira é substituída por um lance de grappa.

Ainda entre as bebidas, o café pontifica no “irish coffee”, um coquetel quente, que ganha uma poderosa dose de uísque irlandês e uma espremida de creme de leite. Ou ganha fumos de nobreza, como no drinque black russian, uma combinação simples de café com vodca, que ficou famoso ao se tornar uma das pedidas no filme Ninotchka, de 1939, um dos maiores sucessos da atriz Greta Garbo.

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