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Drinkin’Out



De primeira

A parceria da crítica de vinhos Jancis Robinson e a British Airways continua no ar. Literalmente. Desde a época do Concorde, ela, que é a grande dama do vinho, é responsável pela adega e pelo serviço de vinhos da linha aérea. Nos vôos recentes, o brinde de embarque da primeira classe foi realizado com os champanhes Charles Heidsieck Reserva e com o Lanson Black Label. Para a entrada, Jancis Robinson sugeriu um Chabilis 2008, de Jena-Marc Brocard e um Mount Reiley Sauvignon Blanc, da Nova Zelândia. Na harmonia de pratos como o marreco ao molho de manga e  o boeuf bourguignonne, as dicas ficaram em Bordeaux, com o Château Pey de Pont 2004, do Médoc, e o Château Lamothe Cissac 2004, do Haut-Médoc.

O Pininfarina dos vinhos

Um objeto com a assinatura da Pininfarina é motivo de cobiça a qualquer pessoa de bom gosto – e de bom paladar. A grife italiana está festejando o lançamento da safra 2006, a segunda de seu rótulo, o Vino Rosso Pininfarina, produzido em associação com a Heck Estates, de Sonoma, Califórnia. O vinho leva a assinatura da enóloga Mia Klein, que elaborou um corte de 14 de merlot, 11 de cabernet franc, 6 de malbec e 5 de syrah. Os próximos passos da Pininfarina na área já estão traçados, com o futuro lançamento de um barolo e de um brunello.

Foto: reprodução

Foto: reprodução

Rothschina

A relação das grandes casas de Bordeaux com a China estão bem adiantadas. E coube ao grupo Mouton Rothschild a ação diplomática mais simpática de todas, com a convocação do artista plástico Xu Lei para desenhar o rótulo da safra de 2008, ano em que a casa celebra os 65 anos de tradição em encomendas de seus rótulos a artistas contemporâneos de renome. Xu Lei, que é diretor do Museu do Amanhã, de Pequim, enquadrou o famoso cordeiro (mouton) da marca com um desenho delicado como o de uma porcelana, na cor conhecida pelos próprios franceses como “bleu de Chine”.

Josephine no Brasil
A chegada da linha de champanhes Joseph Perrier, última das grandes maisons da cidade de Châlons aconteceu em grande estilo. Além das edições de cuvées Royale, nas versões brut, rosé, blanc de blancs e vintage, que estão no Brasil pela primeira vez, a casa traz as raras cuvées Joséphine, inclusve na versão magnum das safras de 2002 e 1998.

Foto: divulgação

Foto: Pedro Mello e Souza

Brinde a Reims
A mesma Joseph Perrier, da nota acima, foi uma das participantes de um dos mais espetaculares leilões de milésimes raros desse século. Todas as grandes casas doaram alguns dos tesouros de suas reservas, como as magnum da Moët et Chandon 1954, da Bollinger 1973 e da Krug 1964. Realizado pela Christie’s, em Paris, há seis anos, os fundos arrecadados estão sendo aplicados nesse momento para os trabalhos de restauração da Catedral de Reims, que está completando 800 anos.
Mais arte
O português Siza Vieira é arquiteto. Mas pode postular ao título de artista plástico após dois lançamentos importantes para o mundo dos vinhos. O primeiro foi o desenho do copo oficial de vinho do porto, que se distingue pela curva da haste para o encaixe do dedo polegar de quem degusta. O segundo é o projeto do recém-lançado armazém de envelhecimento da vinícola Quinta do Portal. Escultural na forma de linhas retas, nas cores fortes e nas dimensões (quase 3 mil m2 de área de barris), o novo prédio já se tornou uma das atrações turísticas da Rota do Vinho do Porto, pelo contraste da sua arquitetura de influência modernista com o estilo tradicional dos lagares do Vale do Pinhão.

Foto: divulgação

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