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Dicas – Sugestões de compras para o bom gourmet.


Ervas em casa

Há algum tempo, a Auerhahn, grife alemã de artigos para mesa e cozinha, vem dando especial atenção aos utilitários, mais do que à beleza de seus objetos. Um deles é o Krautergarten. Na tradução direta, é um jardim de ervas. Na estrutura, é uma armação de plástico de alta resistência. No acabamento, um kit de vasos de aço inoxidável polido. No conceito, um complexo de irrigação, que pode chegar à mesa ou à cozinha de design que mantém as plantas sadias e viçosas, podendo ser usado à minuta, como um saleiro. Disponível nas boas casas do ramo – na Alemanha, claro – em vasos individuais (30 euros) ou em conjuntos de três vasos, como o da foto (50 euros).

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Livro português

Quem pensa que o reino de Portugal e Algarves está encerrado, leia de novo. Estamos nos referindo ao livro O Melhor Peixe do Mundo, de Fátima Moura, com coordenação de José Bento dos Santos, membro da Academia Portuguesa de Gastronomia. São 192 páginas que incluem desde receitas de chefs como Vítor Sobral, José Avillez, Joan Roca e Ferran Adrià até um tratado de peixes das costas lusitanas, incluindo aquelas da Ilha da Madeira, que relacionam variedades de atuns pouco conhecidas, e as dos Açores, em cujas redes encontram-se espécies únicas como a espada-preta. Nas Fnac de Porto e Lisboa, por 38 euros.

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O-Live: aposta nos dois

No rótulo deste belo azeite de oliva, uma informação intrigante: “2 hour fresh”. O significado é simples: depois de duas horas de espremido em lagares da Olisur, no sul do Chile, o O-Live & Co, óleo extra virgem de azeitonas europeias, já está embalado e pronto para ser usado. E assim ele chega ao Brasil, através da importadora gaúcha Hannover, que ressalta a sua acidez, abaixo dos 2%, e da sua origem nobre, as encostas do sul dos Andes, no Vale de Colchagua, já consagrado como denominação de origem da maioria esmagadora dos grandes vinhos chilenos.

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Pantônicos

Por enquanto, trata-se apenas de um conceito. Mas a ideia é genial. Depois de objetos, roupas, calçados, móveis e até um hotel, chega a hora dos isotônicos com a marca da moda, a Pantone. Conhecida por designers do mundo inteiro como referência de cores especiais, a empresa americana, que está completando 60 anos de existência, está desenvolvendo mais do que nunca a sua gama de produtos, especialmente aqueles voltados à gastronomia. E se todos os anos eles lançam uma cor da moda, a escolhida para 2012 é a segunda a partir da esquerda.

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A espada do sushi

No século XIII, o ferreiro Shiro Kanenaga foi incumbido pelo Imperador Gotoba de forjar as espadas de seus samurais. Com o fim dos lendários guardiões, a família do artesão investiu no mais fino corte da história do sushis. Sete séculos depois, as lâminas Kikuichi, ainda carregam o brasão do crisântemo, símbolo imperial de excelência, mantido pelos herdeiros. Raríssimas, mesmo nos Estados Unidos, as facas podem ser encomendadas em casas especializadas de Los Angeles por não menos de 490 dólares a peça.

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A Coca da moda

Depois de Roberto Cavalli e Karl Lagerfeld, chega a vez de outro nome da moda assinar o design da Diet Coke. Diana von Furstemberg cobriu as garrafas com grafismos que combinam o lado primitivo das peles de onças e zebras com o visual de arabescos e itens pós-modernos que remetem a um acabamento de metal.
Para completar, uma caixa chique com a assinatura da designer franco-belga, com direito a tampa transparente e alça em acrílico. A tiragem é limitadíssima, como convém a criações do gênero e o total da arrecadação dos kits, que saem a 30 dólares cada, foi revertido para a Foundation for National Institutes for Health.

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